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Blog sobre Retenção e Desenvolvimento do Capital Humano

Tendências em Recursos Humanos para 2018: ano chave para a retenção

Um novo ano, representa sempre um momento de conhecer os desafios que as empresas enfrentam na gestão de pessoal. Quais são as tendências em Recursos Humanos em 2018? Contamos-lhe as práticas ‘must-have’ para os profissionais deste sector.

Tendencias en Recursos Humanos para 2018: año clave para la retención

A gestão do capital humano na atualidade

A melhoria da economia em termos gerais está provocando um claro efeito nos profissionais que, alentados pela recuperação do mercado de trabalho, mostram um maior interesse por encontrar melhores empregos.

Em concreto, segundo os dados da Randstad, 21% dos trabalhadores mudou de trabalho durante 2017, enquanto que, neste novo ano, esperam iniciar uma nova carreira profissional 53% dos empregados.

 

Estamos, portanto, ante um período caracterizado pela mobilidade dos profissionais, por um lado, e o reforço das práticas de atração e retenção de talento das companhias, por outro. Assim, os responsáveis da gestão de pessoal das organizações necessitam estar em dia sobre as tendências em Recursos Humanos para 2018, de modo a poderem incorporar os melhores talentos que estejam interessados em mudar de posto de trabalho e evitar que os seus trabalhadores prefiram outra companhia à sua.

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5 tendências em Recursos Humanos para 2018

Neste sentido, a reputada revista Forbes lançou as suas previsões sobre as tendências em Recurso Humanos para 2018, realçando 5 desafios chave:

  • Busca de talento oculto. Os departamentos de RH já não se podem limitar a que os profissionais enviem os seus currículos para a empresa ou se inscrevam num posto de trabalho oferecido, mas sim que – dada essa alta mobilidade de mercado laboral – é imprescindível que busquem, identifiquem e contactem com os candidatos passivos, quer dizer, esses profissionais de alto potencial que não mostraram expressamente o seu interesse em mudar de emprego. Para isso, esta área de gestão empresarial tem à sua disposição as redes sociais como efetivas fontes de recrutamento nas quais há que criar contactos, localizar o talento e convidá-lo a juntar-se à organização.
  • Consolidação do teletrabalho. Nos Estados Unidos, o número de trabalhadores que realizam parte da sua jornada laboral através da modalidade à distância quadruplicou nos últimos 20 anos, representando já 37% de todos os empregados. Estas tendências em Recursos Humanos para 2018 continuará ganhando força na península ibérica e, portanto, está nas mãos dos responsáveis deste departamento a utilização de políticas de flexibilidade horária e teletrabalho e recursos para a sua execução que melhorem a satisfação laboral das estruturas.
  • Anonimato dos processos de seleção. Como consequência de algumas denuncias de parcialidade na contratação por parte de determinadas companhias, as tendências em Recursos Humanos para 2018 também incluem uma objetivação do recrutamento através de processos ‘cegos’, nos que qualquer tipo de informação sobre sexo, idade, raça, orientação sexual, crenças políticas e religiosas… são eliminados. O resultado será uma força laboral mais diversa e baseada na meritocracia.
  • Gamificação. É um termo que se converteu em habitual no sector empresarial, mas, em 2018, a gamificação continuará aumentando o seu poder, invadindo qualquer área funcional da companhia, desde os programas de capacitação nos quais se começou a aplicar, até aos processos de seleção de pessoal.
  • Perfis com futuro. Segundo o estudo Jobs Lost, Jobs Gained: Workforce Transitions in a Time of Automation, publicado por McKinsey Global Institute em dezembro de 2017, a automatização mediante robôs de diferentes funções laborais implicará que, para 2030, entre 400 e 800 milhões de pessoas de todo o mundo terão que mudar de trabalho ante a irrupção dos robôs. E para além disso, cerca de 375 milhões (14% da força laboral global) não disporá de conhecimentos e preparação para encontrar um novo emprego. Portanto, as empresas devem começar já a analisar e determinar quais serão os postos de trabalho com futuro e como reciclar os profissionais para se adaptar ao novo cenário que está para vir.

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António

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