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Blog sobre Retenção e Desenvolvimento do Capital Humano

Preparado para a flexibilidade do empregado 3.0?

Flexibilidad del empleado 3.0: desafíos   Uma das vantagens que trouxeram consigo as novas tecnologias é a ruptura dos limites do aqui e agora, permitindo às empresas aumentar a sua produtividade e rentabilidade e facilitando ao capital humano a conciliação da vida laboral e pessoal. Já não é necessário estar presente no escritório para manter uma reunião com a nossa equipa; desde qualquer parte do mundo podemos aceder a todos os nossos arquivos através da cloud; e não faz falta estar em horário laboral para adiantar tarefas através de um escritório remoto. De mãos dadas com esta mudança de paradigma no desenvolvimento do trabalho, surge a figura do empregado 3.0, um conceito onde a flexibilidade adquire a sua maior dimensão no âmbito dos Recursos Humanos.

 
Guia: Como ser um bom líder de equipa?

O empregado 3.0: a máxima expressão do teletrabalho

Sem escritórios, nem horários. Assim trabalha o empregado 3.0. Não se trata exclusivamente de dotar a organização de certas margens de adaptabilidade ou de apostar por colaboradores independentes externos, mas de converter a flexibilidade no ‘leitmotiv’ do vínculo entre trabalhador e companhia. Estamos perante um ponto de viragem na forma de entender as relações laborais e os executivos devem compreender o novo marco conceptual: em vez de valorizar o tempo que dedica o trabalhador a realizar as suas tarefas, porque não avaliamos a consecução de objetivos?   A produtividade e efetividade se antepõe à dedicação. Para quê queremos contar com indivíduos que cumprem os seus horários mas não conseguem resultados? Pelo contrário, a flexibilidade do empregado 3.0 permite decidir como, quando e quanto trabalha, com a única condição de cumprir com as metas marcadas.

Desafios da flexibilidade laboral

Estamos preparados para a irrupção do trabalho 3.0? Se queremos atrair e manter o talento e potencial desta nova figura, vamos ter que reunir os seguintes requisitos:

  • Desenvolvimento das novas tecnologias. Sem uma base tecnológica que o possibilite, o empregado 3.0 tem pouco que fazer na nossa organização. É necessário que nos adaptemos aos novos tempos e incorporemos ferramentas digitais e software que abram o caminho para a flexibilidade laboral. O correio electrónico não basta; o novo capital humano é multi-canal e utiliza outros suportes para levar a cabo as suas funções, como redes sociais, programas de gestão na cloud ou blogs.
  • Depositar toda a nossa confiança para receber o compromisso do trabalhador. Como já comentamos, o trabalho 3.0 não se rege pelos horários convencionais. Por tanto, para que o vínculo entre empregado e empresa flua adequadamente necessitamos depositar grandes doses de confiança no profissionalismo do trabalhador e dirigir o controlo da produtividade para a obtenção de resultados.
  • Permitir o desenvolvimento do branding pessoal. Os empregados 3.0 são conscientes do seu valor e querem difundir o seu trabalho como parte dos seus sucessos profissionais, pelo que é indispensável criar um clima de liberdade e diversidade que lhes permita sentirem se parte da organização sem perder a sua própria identidade.

Flexibilidade e liberdade, são a moeda de mudança que nos vai permitir contar com o compromisso e implicação do empregado 3.0. Uma vez que alcancemos o equilíbrio e criemos uma cultura do esforço inteligente, orientada para os resultados, os trabalhadores se envolverão na consecução de objetivos e na melhoria da produtividade empresarial. Onde ou como o consigam, já não importa.

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Enric-Francesc Oliveras Responsable de Marketing online y Formación elearning
Consultor y formador apasionado de las TIC, Marketing Digital y Diseño, llevo años en continuo aprendizaje a la vez que ayudando a otros profesionales en su aprendizaje personal.

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