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Blog sobre Retenção e Desenvolvimento do Capital Humano

3 modelos de negócios inovadores que chegam para ficar

As reuniões de senhoras para conhecer as virtualidades da tupperware foi uma revolução na sua época, incorporando-se a venda direta como um dos modelos de negócios inovadores mais destacados de meados do século passado, e que ainda hoje segue no ativo.

Sem embargo, o mercado não para de evoluir e à Brownie Wine, a mãe solteira a quem ocorreu fazer demonstrações de casa em casa para vender marmitas, sucederam-se muitos competidores nas últimas décadas. Quais são os modelos de negócios inovadores que apareceram recentemente?

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Conceito de modelo de negócio

Para conhecer as novas alternativas na hora de desenvolver uma atividade empresarial, é necessário conhecer o que é um modelo de negócio.

Neste sentido, já em 1984, Peter Drucker descreveu este conceito em As fronteiras da gestão: onde as decisões de amanhã tomam forma hoje, como “a forma na qual a empresa leva a cabo o seu negócio”, enquanto que Hans-Erik Erikson e Magnus Penker, autores de Business Modeling with UML: Business Patterns at Work, o define como “uma abstração de como uma empresa funciona”, proporciona uma visão simplificada da estrutura de negócios que atua como a base para a comunicação, melhorias ou inovação nos requisitos dos sistemas de informação que apoiam a empresa”.

Trata-se, em definitivo, de “as histórias que explicam como a empresa trabalha”, como realça Joan Magretta na sua obra Why Business Models Matter.

Atributos inovadores

Existem muitos modelos de negócios, desde a clássica empresa de compra e venda de produtos a clientes para novos formatos, auspiciados em grande parte pela aparição das novas tecnologias. A chave para que possamos falar de modelos de negócios inovadores está na introdução de uma nova forma na maneira na qual se articula a criação de valor para o público.

Por exemplo, Amazon gerou uma nova perspetiva do consolidado modelo ‘long tail’ ou de cauda longa, redesenhando este paradigma num novo conceito. O modelo ‘long tail’ baseia-se na existência de um espaço finito, pelo que o empresário tem que armazenar os mais vendidos. Assim, o dono de uma livraria exporá na sua loja os exemplares mais procurados.

Esta é a ideia desenvolvida pelo gigante do e-commerce, que deixou de armazenar os títulos em papel nas suas instalações e só imprime de acordo com a procura, fomentando a compra de e-books (o que reduz por sua vez custos de envio) e deixando espaço para artigos com alto consumo.

E eis que a inovação é uma qualidade que as organizações, seja qual seja o seu tamanho, podem aprender e devem fomentar para se adaptarem aos novos cenários  e manterem-se à cabeça do seu sector. Para isso, existe formação especializada que incentiva o espírito criativo dos profissionais, como o programa do Grupo P&A ‘Chaves na gestão da empresa inovadora’.

Modelos de negócios inovadores

Ora bem, ainda que esta conceção do modelo de cauda longa seja relativamente novo, há outros modelos de negócios inovadores mais recentes e que, no seu escasso tempo de funcionamento, estão recebendo um bom acolhimento.

Serviços pessoais

Dado o ritmo de vida atual, os cidadãos dispõem cada vez de menos tempo para realizar essas tarefas quotidianas como ir à lavandaria, fazer compras ou gerir os seus recibos. Surgem assim novos modelos de negócios inovadores que dão resposta a estas novas exigências dos consumidores.

Trata-se de empresas que oferecem serviços deste tipo através de webs e aplicações, como HeyGo. A criação de valor destas companhias radica na flexibilidade e rapidez que consegue para o cliente: já não se trata de contratar a gestão ou uma empregada doméstica de forma permanente, mas sim de poder aceder a estes pequenos serviços de forma pontual e sem compromissos.

Economia colaborativa

As redes sociais e plataformas digitais deram lugar ao aparecimento de um novo modelo de negócio baseado na economia colaborativa, como utilizam as aplicações Uber ou Waze.

O formato ‘peer to peer’ baseia-se na facilitação aos consumidores de espaços onde poder partilhar e trocar bens ou serviços.

Crowdsourcing

E se são os próprios consumidores quem se encarrega de prestar o serviço? Este é o ponto de partida do crowdsourcing, outro novo modelo de negócio no qual o público massivo se encarrega de realizar o trabalho.

Trata-se de plataformas como Wikipedia, iStockPhoto ou Threadless donde são os próprios internautas quem se encarrega de aportar conteúdos, ainda que o sector empresarial tenha sabido explorar as possibilidades deste formato.



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Enric-Francesc Oliveras Responsable de Marketing online y Formación elearning
Consultor y formador apasionado de las TIC, Marketing Digital y Diseño, llevo años en continuo aprendizaje a la vez que ayudando a otros profesionales en su aprendizaje personal.

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