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Blog sobre Retenção e Desenvolvimento do Capital Humano

9 factores do organigrama de uma empresa que afectam o clima laboral

Organigrama de un empresa y clima laboral

Como está hierarquizada a empresa, quais são os procedimentos de resolução de conflitos, que sistema de recompensa aplicamos, de que forma se desenvolvem as relações entre os trabalhadores… A criação de um clima laboral adequado, não se resume à instalação de zonas de lazer no escritório ou na flexibilização do horário laboral, mas antes que devemos ter em conta outros aspetos para favorecer a motivação, satisfação e sentido de pertença do capital humano.


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O organigrama de uma empresa

Para os professores George H. Litwin y Robert A. Stringer, autores do ensaio ‘Motivation and Organizational Climate’ (Harvard Business School), o ambiente laboral é a soma das percepções individuais dos trabalhadores a respeito do seu desenvolvimento profissional numa companhia e está determinado por 9 elementos diferentes do organigrama duma empresa, entendendo-o como o conjunto de regras e orientações que regem o dia-a-dia dos trabalhadores para lá da estrutura hierárquica.

Se considerássemos todos eles, portanto, poder-se-ia conseguir um clima positivo no trabalho.  Quais são esses factores?

  1. Estrutura. Este ponto faz referência ao organigrama de uma empresa propriamente dito. Trata-se de definir os níveis hierárquicos da companhia e estabelecer como interagem todos eles entre si. O objectivo é conseguir que as relações entre os grupos e indivíduos fluam de forma natural, de modo a que se conseguimos adaptar a estrutura às necessidades da companhia, estaremos ajudando a melhorar o clima laboral da mesma.
  2. Responsabilidade. Que grau de autonomia têm os membros da empresa na hora de tomar decisões e de as executar? Este ponto está estreitamente vinculado ao tipo de liderança que se exerça e ao grau de controlo sobre o trabalho desenvolvido pelos empregados.
  3. Recompensa. Falamos de oferecer salários justos em função da responsabilidade dos trabalhadores, mas também da implementação de outros sistemas de recompensa, como bonificações, férias e uma cultura de agradecimento que permita reconhecer o esforço da estrutura.
  4. Desafios. Colocar novos desafios que permitam aos empregados desenvolver todo o seu potencial, promove um clima laboral positivo e incrementa a implicação e satisfação do capital humano.
  5. Relações. Para contar com um bom ambiente no trabalho é fundamental que as relações entre os integrantes da empresa se baseiem no respeito multi-direccional, na cooperação e na assertividade, e  que contemos com um protocolo de actuação com o qual se possa abordar possíveis conflitos pessoais, como assédio, stress ou síndrome de burnout.
  6. Cooperação. Fomentar a colaboração entre os empregados vai permitir-nos afiançar o sentimento de equipa da estrutura, melhorando o clima laboral e, portanto, potenciar a motivação dos trabalhadores e a consecução de objectivos.
  7. Standards. Como vamos avaliar a consecução das metas fixadas? Na hora de estabelecer os parâmetros que avaliem o trabalho desenvolvido, devemos ser racionais e estabelecer padrões acessíveis, de modo a que não causemos desmotivação na equipa por não poder alcançar os objectivos.
  8. Conflitos. As desavenças entre os integrantes de uma empresa são inevitáveis, mas o estabelecimento de orientações de actuação em caso de controvérsia, que abordem o problema nas suas primeiras fases, possibilita que o clima laboral não se ressinta.
  9. Identidade. Sentem-se os trabalhadores orgulhosos de tomar parte do organigrama de uma empresa? Promover o sentimento de pertença é um elemento chave da cultura organizacional se queremos contar com equipas motivadas, comprometidas e alinhadas com as metas da companhia.

Deste modo, se conseguimos controlar cada um destes nove elementos, vamos melhorar a percepção dos trabalhadores a respeito da organização, gerando um ambiente laboral positivo onde cada individuo ponha o seu talento ao serviço dos fins corporativos. Não podemos esquecer que o capital humano é o motor empresarial e uma estrutura feliz contribuirá para que as engrenagens trabalhem na sua máxima potência.

 

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Julian Mesa Martinez Especialista en Liderazgo Grupo P&A

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