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Blog sobre Retenção e Desenvolvimento do Capital Humano

7 qualidades profissionais que o converterão num bom líder

Uma adequada formação e uma ampla experiência são pontos a favor no currículo de todo o dirigente, mas para ser um autêntico líder necessitamos de um valor acrescentado, umas qualidades profissionais que nos permitam dirigir a equipa até as metas estratégicas da empresa e sacar todo o potencial da estrutura. Quais são estas competências? 

7 cualidades profesionales que te convertirán en un líder eficiente

Guia: Como ser um bom líder de equipa?

Conceito de líder

Como já comentamos anteriormente não é o mesmo ocupar um alto cargo que ser um líder. O que é que caracteriza estes últimos?

Segundo aponta Stodgdill, “a liderança não é um tema de status meramente passivo ou a mera possessão de uma combinação de recursos; mais parece ser uma relação dos métodos de trabalho entre os membros dum grupo, no qual o líder adquire um status graças à participação ativa e à demonstração para levar a cabo tarefas cooperativas até as completar”.

Para John Maxwell, autor de obras sobre management como As 21 leis irrefutáveis da liderança, os líderes excecionais são “aqueles que conseguem que os grupos que dirigem desenvolvam um rendimento superior“.

No mesmo sentido, Raymond B. Cattel, criador da Teoria dos recursos, define o conceito de liderança como “a geração de uma mudança efetiva no rendimento do grupo“.

Pelo seu lado, Idalberto Chiavenato concebe a liderança como “a influência interpessoal exercida numa situação, dirigida através do processo de comunicação humana para a consecução de um ou diversos objetivos específicos”.

Peter Senge explica a liderança como a “criação de um âmbito no qual os seres humanos continuamente aprofundam a sua compreensão da realidade e se tornam mais capazes de participar nos acontecimentos mundiais, pelo que tem que a ver com a criação de novas realidades”.

Para John Kotter, o líder é capaz de “influenciar as pessoas para que se empenhem voluntariamente no atingimento dos objetivos do grupo, entendendo por grupo um sector da organização com interesses afins”.

Definitivamente, é esta capacidade de inspirar e influenciar os outros o que distingue os líderes dos restantes dirigentes. Que qualidades profissionais necessitamos para conseguir este salto qualitativo no nosso desempenho?

Qualidades profissionais do líder

Segundo o livro O líder diante do espelho, do especialista em Recursos Humanos Antonio Núñez Martín, estas são as competências indispensáveis para os perfis da C-Suite em 2017. 

Capacidade de inspirar

Como exprimem claramente Jack Zenger e Joseph Folkman, após décadas de investigação compiladas no seu trabalho The Inspiring Leader: Unlocking the Secret Behind How Extraordinary Leaders Motivate, um de cada três empregados dependentes de dirigentes com uma capacidade média para estimular pensaram em deixar o seu trabalho, o dobro dos profissionais que trabalhavam com líderes inspiradores.

Os chefes que conseguem contagiar com o seu entusiasmo pela empresa a estrutura, através da comunicação bidirecional, a coerência dos seus valores e gerando laços interpessoais sólidos, são realmente efetivos e obtêm grandes resultados do capital humano.

Equilíbrio entre visão e prudência

Os líderes são capazes de obter uma imagem holística das oportunidades e ameaças da companhia e devem ser capazes de guiar os trabalhadores para conseguir os objetivos da organização, mas mantendo uma margem de prudência que garanta a segurança da estrutura e permita que, apesar da ocorrência de erros ou falhas, se possam superar.

Flexibilidade e capacidade de adaptação

Como realça Nuñez Martín, “espera-se de um líder que seja pro-ativo, quer dizer, que tenha iniciativa e capacidade para se antecipar a desafios, problemas ou necessidades futuras”. Os dirigentes devem contar com uma alta habilidade para afrontar os novos desafios que gera o mercado mediante soluções inovadoras.

Curiosidade e paixão

Para se converterem em líderes que inspirem e impulsionem o potencial dos empregados, as companhias buscam dirigentes que denotem altas doses de paixão, para se manterem firmes no seu propósito apesar do ambiente do mercado, e curiosidade, para desenvolver una melhoria contínua que permita à organização ser competitiva.

Enfoque

Os grandes líderes não caiem em distrações e sabem manter-se atentos em relação ao que realmente importa em cada momento, desde a conversação com o empregado descontente até uma reunião para fechar uma aliança estratégica. Como aponta o autor, “é melhor ter poucos objetivos mas que realmente se venham a cumprir, que fixarmos demasiados objetivos que nos possam desanimar ou desfocar-nos em excesso”.

Inovação

Um dos graves problemas da C-Suite é que, em muitos casos, tratam de manter a estabilidade na organização, ocultando-se a si mesmos a necessidade de implementar mudanças que coloquem a companhia na era digital. Sem embargo, as novas tecnologias são o futuro e os bons líderes estão conscientes disso, apostando na integração da economia digital e na inovação nas empresas.

Comunicação

Já comentamos a importância de que exista um feedback fluido entre estrutura e dirigentes. A comunicação é uma das qualidades profissionais vitais para conseguir uma liderança efetiva, pois permite obter sugestões, ideias e propostas de valor no tempo o que reforça a motivação e satisfação do capital humano.

Sentiu-se identificado? Reúne todas, algumas ou muito poucas destas qualidades profissionais? No Grupo P&A contamos com um amplo programa de assessoramento, medição e desenvolvimento de liderança, em colaboração com a prestigiada consultora Zenger&Fokman, que pode melhorar as capacidades dos dirigentes do século XXI.

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Noelia Consultora Asociada en Grupo PyA (www.grupo-pya.com) colaborando en proyectos de consultoría de RRHH, formaciones, gamificación y facilitando talleres EL (Extraordinary Leader), EP (Extraordinary Performer) y ATEL (Advancing the Extraordinary Leader) de Zenger & Folkman en los que tuve la suerte de certificarme en 2015.

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